quarta-feira, 17 de maio de 2017

GDF anuncia pacote de obras com ciclovia na EPTG, passarelas e pontes

17/05/2017 - Metropolis

Estão previstas a construção de vias marginais na Estrada Parque Aeroporto (Epar) e passarela de pedestres na BR-020

Maria Eugênia

Foto Rafaela Felicicano
Rafaela Felicciano/Metrópoles

O Governo do Distrito Federal anuncia nesta quarta-feira (17/5) um pacote de 12 obras destinado a melhorar a mobilidade dos brasilienses. Entre os investimentos previstos, R$ 350 milhões, estão a instalação do anel viário na saída norte, pavimentação dos acessos a escolas rurais, além da construção de ciclovias, passarelas de pedestres e pontes.

Os investimentos compreendem obras como a construção de 25 km de ciclovia na Estrada Parque Taguatinga (EPTG), 12,5 km de ciclovia na DF-001 (no Lago Oeste) e de 8,9 km na DF-290 (no acesso ao Gama).

Também estão previstas a construção de vias marginais na Estrada Parque Aeroporto (Epar), de passarela de pedestres na BR-020 (em frente ao Residencial Nova Colina) e de pontes sobre o Rio Descoberto na BR-080 (próximo à Brazlândia) e sobre o Córrego Alagado na DF-290 (acesso ao Gama).
O anúncio foi feito pelo governador Rodrigo Rollemberg (PSB), durante visita às obras da Ligação Torto-Colorado, retomadas em 2016. O novo complexo viário se estenderá entre o Balão do Torto e o Balão do Colorado. A obra prevê a construção de uma pista marginal à DF-003 e de novos acessos aos condomínios. De acordo com o governo, as intervenções irão reduzir os constantes engarrafamentos na região, diminuindo o tempo de viagem e aumentando a segurança dos usuários.

Cerca de 100 mil pessoas serão beneficiadas com a distribuição do fluxo de veículos que fazem o trajeto entre regiões administrativas como Planaltina, Sobradinho e Plano Piloto. Segundo o diretor-geral do DER-DF, Henrique Luduvice, haverá entregas parciais em 2017 e em 2018. “O compromisso é entregar tudo até o fim de 2018, mas vamos liberar trechos concluídos aos poucos já neste ano”, afirmou.

Tony Winston/Agência Brasília
Tony Winston/Agência Brasília
Obras do trevo Torto/Colorado

Ciclistas e pedestres

As obras de mobilidade não visam somente reduzir os engarrafamentos. Ciclistas e pedestres, que estão do lado mais frágil no trânsito, também serão contemplados. Além da ciclovia que vai margear o Trevo de Triagem Norte, haverá pistas exclusivas para quem anda de bicicleta e uma passarela.

Antiga reivindicação de quem pedala em Brasília, o projeto de construção da ciclovia da Estrada Parque Taguatinga (EPTG) sairá do papel em breve. Serão 25 quilômetros de pista exclusiva para bicicletas, do viaduto da DF-003 ao que liga o Pistão Sul e o Pistão Norte, em Taguatinga.

A obra vai englobar serviços de terraplenagem, pavimentação, sinalização (horizontal, vertical e semafórica), drenagem, readequação das paradas de ônibus nas marginais e plantio de mudas. A ordem de serviço será assinada nos próximos dias.

Outra ordem de serviço assinada em breve é a que autoriza o início das obras dos 10 quilômetros da ciclovia da DF-290, entre o Gama e a BR-040. As intervenções vão prover a rodovia de uma rota segura e confortável para quem usa a bicicleta.

Ao longo da DF-001, serão 12 quilômetros da ciclovia do Lago Oeste. O caminho compreende a interseção da DF-003 com a DF-001, no km 131,8, até o posto policial no km 119,3. Falta apenas o licenciamento ambiental.

Na BR-020, altura de Sobradinho, há a construção da passarela Nova Colina, para passagem de pedestres sobre os carros. No Lago Oeste, está em andamento a segunda etapa de restauração do asfalto, acompanhada de serviços de drenagem e de sinalização horizontal e vertical.

No trecho entre os entroncamentos BR-070/DF-095 e BR-080/BR-251, na altura de Brazlândia, a obra ainda inclui acostamento e baias de parada de ônibus.

Outra obra que vai impactar positivamente a vida dos moradores da cidade é a construção da ponte sobre o Rio Descoberto, dando maior vazão ao trânsito na estrada que liga Brazlândia a Padre Lúcio, em Goiás. A entrega está prevista para setembro. Em fase de conclusão de projeto está a ponte da DF-290, no trecho entre Santa Maria e Gama. As obras vão ocorrer sobre o Rio Alagado e serão complementares às da ciclovia.

Outros projetos

Duas das 12 obras visam desafogar o trânsito e melhorar o acesso ao Aeroporto Internacional de Brasília. Uma delas é a adequação viária da DF-047 (Estrada Parque Aeroporto – Epar). Serão novas faixas, vias marginais, ciclofaixas e pavimentação no trecho entre o Eixão Sul e a Estrada Parque Dom Bosco DF-025.

Rollemberg destacou ainda o BRT Oeste e a expansão da Companhia do Metropolitano do Distrito Federal (Metrô-DF). A primeira está em andamento, com a faixa no canteiro central destinada ao BRT já concluída. A etapa, agora, é de aquisição de ônibus com portas em ambos os lados.

A expansão do metrô em Samambaia, por sua vez, encontra-se no Ministério das Cidades e depende apenas de liberação de recursos federais. (Com informações da Agência Brasília)



sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017

Praia Grande quer atingir 100 km de ciclovia em nome da qualidade de vida

02/02/2017 - G1 Santos

Município que completou 50 anos em janeiro já possui 84 km de ciclovia.

Projetos incentivam uso da bicicleta e segurança no trânsito.

Orion Pires

Praia Grande tem pouco mais de 84 km de ciclovias (Foto: Hebe Dorado/Arquivo Pessoal)
Praia Grande tem pouco mais de 84 km de ciclovias (Foto: Hebe Dorado/Arquivo Pessoal)

Sinônimo de bem estar e qualidade de vida, ‘andar’ de bicicleta também está contribuindo para a melhoria na mobilidade urbana de quem mora ou passa as férias em Praia Grande, no litoral de São Paulo. Com apenas 50 anos, o município tem o maior número de ciclovias da Baixada Santista e está entre as principais cidades do país. São mais de 84 km para pedalar à vontade sem precisar se preocupar com carros, motos ou ônibus. A ideia de investir no aumento da malha cicloviária do município ganhou força nos últimos anos. Entre 2008 e o ano passado, a Prefeitura construiu cerca de 28 km de ciclovia.

Selo ciclista cidadão foi criado em 2011 (Foto: Divulgação/Prefeitura de Praia Grande)
Selo ciclista cidadão foi criado em 2011 (Foto: Divulgação/Prefeitura de Praia Grande)

“Nós avançamos muito, afinal, estamos dando condições do ciclista ter um espaço para ele. Isso evita acidentes de trânsito, dá maior segurança para todo mundo e ainda tem a contrapartida e a vantagem de uma economia no espaço público para outros meios”, defende a chefe da seção de Educação e Segurança de Trânsito, Elaine Fornaziere.

Além do trabalho integrado de dar continuidade e manter as ciclovias sem interrupções e conservadas, também foram criados projetos para beneficiar ciclistas e uma espécie de documento para as ‘bikes’.

Atualmente, o município possui 19 mil ciclistas cadastrados. A política pública de incentivo começou em 2011 e nasceu da dificuldade de identificar os donos das bicicletas quando acontecia um acidente ou roubo, por exemplo.

“Os próprios delegados quando faziam alguma apreensão reclamavam, porque ia juntando tudo no pátio e não sabiam quem era o dono. Com a criação do selo "ciclista cidadão”, usamos um material que tem durabilidade de cinco anos para minimizar o desgaste do tempo e fizemos parcerias com bicicletarias. Ou seja, quem compra uma bicicleta hoje em Praia Grande ela já sai da loja com o selo de identificação. É quase um documento”, comenta Elaine.

Com planejamento, a Prefeitura espera entregar nos próximos anos, pelo menos, mais 16 km de ciclovia, totalizando 100 km ao longo de todo município.

“É importante dar continuidade no sistema. Temos ciclovia de ponta a ponta, desde o limite com Mongaguá até a Ponte do Mar Pequeno em São Vicente. Estamos agora na fase de investimento em iluminação em vários trechos da Via Expressa Sul e, cada vez mais, contribuindo para a cultura de trafegar corretamente e com responsabilidade. Afinal, Praia Grande é um município jovem, com espaço para planejar o bem estar da população em um futuro próximo”, acrescenta.   

Evolução do sistema cicloviário em Praia Grande, ano a ano:

Em 2008 – 56,3 km de ciclovias construídas
Em 2009 – 68,5 km de ciclovias construídas
Em 2010 – 72,2 km de ciclovias construídas
Em 2011 – 76,5 km de ciclovias construídas
Em 2012 – 78,9 km de ciclovias construídas
Em 2013 – 79,5 km de ciclovias construídas
Em 2016 – 84,2 km de ciclovias construídas

Iluminação na via marginal da Expressa Sul melhorou segurança dos ciclistas (Foto: Divulgação/Prefeitura de Praia Grande)
Iluminação na via marginal da Expressa melhorou segurança (Foto: Divulgação/Prefeitura de Praia Grande)

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Empresa apresenta protótipo da bicicleta compartilhada de Curitiba

30/09/2016  - Gazeta do Povo

O futuro sistema de bicicletas compartilhadas de Curitiba deu mais um passo na noite desta quinta-feira (29). O consórcio BikeFácil, que disputa a licitação, apresentou um protótipo da estação e dos veículos que podem ser instalados na cidade. Representantes da Urbs, do Ippuc e do Setran estavam presentes. A amostra é uma exigência do edital, que deve licitar o serviço de compartilhamento de bicicletas pelos próximos cinco anos, na capital paranaense. A ideia é ter 43 estações com um total de 480 bicicletas. Qualquer pessoa vai poder retirá-las, mediante o pagamento de uma tarifa.

Sem experiência prévia na área, o consórcio estabeleceu uma parceria com a hispânica RideOn. O modelo apresentado em Curitiba foi similar ao adotado em Madrid, na Espanha. A estações têm wi-fi, que poderá ser utilizado pelos usuários na hora de desbloquear as bicicletas pelo aplicativo. O quadro é uma única peça de aço, um modelo diferente daquilo que é encontrado no mercado, o que inibi o roubo.

Se tudo der certo, a capital paranaense deve ter um sistema de bicicleta compartilhada disponível a partir de janeiro de 2017. Com a apresentação da amostra, o próximo passo é a abertura do envelope com a proposta da empresa, para verificar a documentação. A Urbs então deve abrir prazo para recurso. A intenção da Urbs é vencer esta etapa burocrática “o mais rápido possível”, se possível já na próxima semana, explica Pedro Romanel, da área de Equipamentos da empresa.

As bicicletas apresentadas já vem com suporte para a colocação de uma bateria. São veículos “híbridos”, que podem tanto funcionar no modo 100% analógico, como de forma elétrica (a bateria não funciona como um motor, mas “dá uma força” para pedalar numa subida, por exemplo). O uso da funcionalidade, no entanto, ainda deve ser acordado com a prefeitura. Paris, por exemplo, deve ofertar a funcionalidade a partir do ano que vem. A ideia é que os próprios usuários comprem a bateria e encaixem na bike na hora de utilizá-las.

Essa é a segunda etapa da licitação para o sistema de bicicleta compartilhada de Curitiba. A BikeFácil CWB foi a única interessada no pleito, aberto no último dia 2 de setembro. Agora, a Urbs irá abrir prazo para recurso. Se homologada, a empresa deve ser contratada para um contrato de concessão pelos próximos cinco anos.

O edital exige um mínimo de 480 bicicletas. As estações são divididas em grandes (16 bikes e 20 vagas, no mínimo), médias (12 bicicletas e 14 vagas) e pequenas (oito bicicletas e 10 vagas). A implantação será em duas etapas. Nos primeiros 75 dias a empresa deve instalar 25 estações e 280 bicicletas. Depois, são mais 65 dias para as 18 estações e 200 bikes restantes.

Tarifa

Para utilizar o sistema, será preciso comprar um passe. O BikeFácil pretende cobrar R$ 5 na tarifa diária, R$ 12 na mensal e R$ 54 na modalidade semestral. Durante o período contratado, o usuário pode usar quantas bicicletas quiser, durante um período máximo de 45 minutos. Quem exceder este período deve pagar uma taxa adicional, cujo valor ainda não foi divulgado, mas deve variar entre R$ 2 e R$ 2,50 para cada 15 minutos a mais.

Custos

Não estão previstos custos para o município. O sistema deve arrecadar com as tarifas cobradas dos usuários e com a exploração publicitária nos veículos e nas estações. O município ainda pretende ficar com 15% do valor bruto arrecadado com as “multas” (valor cobrado de quem exceder o período de 45 minutos). A bikesharing estimativa da Urbs é de que este valor deve girar em torno de R$ 78,7 mil ao mês.

Estudioso de sistemas de bikesharing, o advogado Rodrigo Vitório, da ONG Transporte Ativo, é crítico de sistemas que não preveem um subsídio público. “Tudo é repassado para a iniciativa privada, tudo na busca de patrocinador, como se fosse um serviço realmente acessório”, diz, em referência a editais de cidades como Curitiba, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília

Na iniciativa de Curitiba, a falta de subsídio é em parte fruto da situação econômica atual da cidade e do país, reconhece Pedro?Romanel, da Urbs. Além disso, esta é uma primeira iniciativa. Com a implantação destas primeiras 43 estações, a ideia é avaliar a receptividade da cidade em relação ao bikesharing, quais as demandas e rotas utilizadas, para pensar como o sistema deve funcionar dentro da mobilidade urbana de Curitiba como um todo.

sábado, 11 de junho de 2016

1817: Apresentada a precursora da bicicleta

11/06/2016 07:54 - Deutsche Welle

11 de junho de 1817, o alemão Karl Friedrich Drais apresentou a precursora da bicicleta. O veículo era de madeira, não tinha pedais, mas possuía duas rodas, sendo a dianteira dirigível.

O veículo atingia a velocidade de 15 quilômetros por hora. Seu inventor havia conseguido percorrer 50 quilômetros em "apenas" quatro horas, sendo quatro vezes mais rápido que o meio usual de transporte na época, o correio puxado a cavalos.

A ausência de pedais significava que os "ciclistas" tinham que empurrar a si mesmos com os pés. Mesmo assim, a moda espalhou-se rapidamente pela Europa. Em 1819, já eram feitas apostas em corridas em diversos lugares, como Munique, Paris e Londres.

Karl Wilhelm Friedrich Ludwig Drais nasceu na cidade de Karlsruhe, no sul da Alemanha, em 29 de abril de 1785. Depois de formar-se em Técnica e Agricultura, conseguiu um bom emprego como guarda florestal. Mas como seu interesse pelos inventos era muito maior, seu padrinho, o grão-duque, continuou pagando seus salários enquanto ele se dedicava a suas pesquisas.

Entre as engenhocas que criou, figuram uma máquina para escrever partituras, uma panela de pressão e um carro com quatro rodas. Como não tivesse motor, era impulsionado pelos pés dos passageiros. Seu invento principal, entretanto, foi a "máquina de corrida". Um mês após sua apresentação em público, ela foi usada numa corrida, em julho de 1817, na cidade de Mannheim. O patenteamento aconteceu apenas no ano seguinte.

Invento despertou pouco interesse

O interesse pela sua industrialização, no entanto, foi baixo. Apenas 50 anos depois, com alguns enriquecimentos técnicos que aumentaram seu conforto e sua velocidade, o veículo começou a se popularizar. Com a invenção da roda pneumática pelo médico inglês John Boyd Dunlop, em 1888, a bicicleta assumiu as características que tem até hoje.

A "draisiana", como ficou conhecida a precursora da bicicleta inventada em 1817, tinha duas rodas de madeira. Para o patenteamento, recebeu um assento de mola. Em contrapartida à falta de interesse pela invenção na Alemanha, nos países vizinhos ela foi bem recebida. Na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, tornou-se conhecida como velocípede. Na Inglaterra de 1820, chegou a ser usada de forma experimental pelos correios.

Drais, por seu lado, não teve sorte. Tornou-se alcoólatra e foi transferido para outro parque florestal, onde recebeu a fama de não gostar de trabalhar. Até sua morte, em 1851, continuou aperfeiçoando seus inventos.

domingo, 29 de maio de 2016

Em três anos, Fortaleza duplica rede cicloviária e bate recorde histórico

28/05/2016 08:19 - Tribuna do Ceará

Adotando como uma alternativa saudável e de baixo custo, Fortaleza tem se tornado uma cidade mais acolhedora para os ciclistas. Nos últimos três anos, a capital cearense conseguiu bater o recorde histórico na implantação de infraestrutura para que ciclistas se locomovam com mais segurança. Mesmo com a iniciativa, que faz parte do Programa de Expansão da Malha Cicloviária, a meta é expandir ainda mais o projeto até o final deste ano.

De acordo com a Secretaria Municipal de Conservação e Serviços Públicos (SCSP), foram implantadas, somente nos meses de abril e maio, novos espaços para o deslocamento seguro de ciclistas nos bairros Bom Jardim, Conjunto Ceará, Passaré e Meireles (Avenida Beira-Mar). No entanto, nos próximos meses, estão previstas novas infraestruturas nos bairros Conjunto Ceará, Messejana, Jóquei Clube, José Bonifácio, Parangaba e José Walter. 

Em 2012, Fortaleza tinha 73 km de infraestrutura cicloviária. Agora, a cidade viu sua rede para o tráfego seguro de ciclistas duplicar, chegando a um total de 155,6 quilômetros de infraestruturas, sendo 71,5 quilômetros de ciclofaixas e 84,1 quilômetros de ciclovias.

Segundo o planejamento da SCSP, a intenção do projeto, que é realizado por meio do Plano de Ações Imediatas de Transporte e Trânsito de Fortaleza (PAITT), é fechar o ano de 2016 com cerca de 216 quilômetros de malha cicloviária.

Mapa da Malha Cicloviária existente: 

CICLOVIAS Extensão (km)
Av. D (José Walter) 3,0
Av. Eng. Humberto Monte 2,1
Av. Bezerra de Menezes 3,3
Av. Osório de Paiva 4,0
Av. Bernardo Manuel 3,7
Av. Godofredo Maciel 7,3
Via Expressa 4,6
Av. Mister Hull 1,8
Av. Washington Soares 11,0
Av. Rogaciano Leite 1,1
Av. Maestro Lisboa 6,1
Av. Pompílio Gomes (parte 1) 0,9
Av. Pompílio Gomes (parte 2) 0,3
Av. Pres. Costa e Silva (parte 1) 1,0
Av. Pres. Costa e Silva (parte 2) 0,7
Av. Costa Oeste 3,0
Av. Sen. Carlos Jereissati 4,1
Av. Valparaíso 0,6
Av. Cel. Matos Dourado 1,3
Rio Maranguapinho oeste (lado esq.) 1,7
Rio Maranguapinho oeste (lado dir.) – parte 1 1,6
Rio Maranguapinho oeste (lado dir.) – parte 2 0,6
Rio Maranguapinho sul (lado dir.) 0,8
Rio Maranguapinho sul (lado esq.) 2,1
Via Rio Cocó (lado esq.) 0,5
Ciclovia METROFOR (parte 1) 0,9
Ciclovia METROFOR (parte 2) 1,1
Av. Sargento Hermínio 0,5
Av. Chanceler Edson Queiroz 0,7
Av. Alberto Craveiro 2,1
Av. Paulino Rocha 0,8
Av. Zezé Diogo 5,6
Rua Costa Mendes 0,2
Av. Quarto Anel Viário (parte 1) 4,2
Av. Quarto Anel Viário (parte 2) 0,5
Rua Miguel Aragão 0,3

Total 84,1


CICLOFAIXAS Extensão (km)
Av. Raul Barbosa (na calçada) 1,2
Av. Benjamim Brasil 2,1
Rua Canuto de Aguiar 2,2
Rua Ana Bilhar 2,0
Av. Santos Dumont 3,3
Av. Dom Luís 1,9
Rua Rui Barbosa 3,8
Av. Deputado Moreira da Rocha 0,8
Av. Antônio Sales 3,5
Rua Carlos Vasconcelos 3,9
Rua Emilio de Menezes 2,1
Rua Vital Brasil 2,1
Rua Oscar França 4
Rua Oscar Araripe 4
Rua Taquari / Antônio Neri 0,8
Rua José Cândido/José de Barcelos 1,7
Rua Pe. Anchieta/Raimundo Arruda 2,2
Rua Pereira de Miranda 0,1
Av. Jangadeiros 0,3
Rua Frederico Borges 0,4
Rua Alberto Magno 2,1
Av. Gomes de Matos 2,1
Rua Romeu Martins 0,1
Rua Jorge Dummar 0,3
Rua Damasceno Girão 0,6
Rua Antônio Mendes 0,1
Rua Antenor Frota Wanderley 0,3
Rua Waldery Uchoa 0,5
Praça da Paz Dom Helder Câmara 0,6
Rua Érico Mota 1,3
Rua César Fontenele 0,4
Rua Costa Mendes (sul) 0,7
Rua Costa Mendes (norte) 0,8
Rua Aquiraz 0,2
Rua André Chaves 0,5
Rua Nestor Barbosa 0,3
Av. Valparaíso 0,9
Rua General Tertuliano Potiguara 1,1
Rua Osvaldo Cruz 0,2
Rua João Brígido 1,4
Rua Dom Expedito Lopes 0,8
Av. Historiador Raimundo Girão 0,5
Rua Ildefonso Albano 0,1
Av. Beira Mar (Praia de Iracema) 0,5
Av. Almirante Barroso 0,2
Rotatória Castelão 0,3
Av. Alberto Craveiro 0,3
Av. Juscelino Kubitschek 2,6
Rua Cel. Mozart Gondim 0,9
Rua General Piragibe 0,7
Rua Eretides Martins 0,9
Rua Dom Lino 0,7
Rua Emiliano de Almeida Braga 0,6
Rua Estrada do Itaperi 0,2
Av. Beira Mar 3,1
Av. D (Conjunto Ceará) 0,8
Rua Ari Maia 1,4

Total 71,5

Ciclorrotas Extensão (km)
TOTAL (ciclovias + ciclofaixas) 155,6

terça-feira, 17 de maio de 2016

Bike Vitória: Cinco Estações São Instaladas na Capital

16/05/2016  - Folha Diária - ES

As cinco primeiras estações do Bike Vitória - sistema de compartilhamento de bicicletas foram instaladas neste domingo, dia 15, em pontos estratégicos de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, no Brasil . O Bike Vitória foi inaugurado às 8h30, de ontem, no módulo do Serviço de Orientação ao Exercício (SOE) Camburi, que fica na praia de Camburi, em Jardim da Penha, bairro da Capital. O Bike Vitória é um projeto da Prefeitura de Vitória e conta com parceria do Siccob, Unimed e Samba Transportes Sustentáveis.

As primeiras estações em funcionamento são: Escola da Vida, em São Pedro; Tancredão, em Mário Cypreste; Unimed/Ponte de Camburi, em Jardim da Penha; Sicoob/Praia de Camburi (na altura do Clube dos Oficiais), em Jardim da Penha; e SOE Jardim Camburi, em Jardim Camburi. Cada uma delas tem 10 bikes à disposição para aluguel para atender moradores e turistas em seus deslocamentos diários no eixo Jardim Camburi – São Pedro, das 6 às 23 horas, todos os dias da semana.

Os interessados podem fazer um cadastro on-line (acesse site www.bikevitoria.com) e poderão contratar a diária de R$ 5,40, a mensalidade de R$ 10,80 ou o plano anual de R$ 67,50. Para retirar a bicicleta, basta usar o aplicativo (disponível para IOS e Android) para escolher a bicicleta disponível na estação. 

O Bike Vitória possibilita o uso da bicicleta ao longo do dia por uma hora. Ao final dos 60 minutos, o ciclista deverá devolver a bicicleta em qualquer estação e poderá retirar outra, respeitando um intervalo de 15 minutos, sem custo adicional. Caso prefira ficar mais tempo, sem o intervalo de 15 minutos, o ciclista arcará com custo adicional por hora. Aos domingos e feriados, eles podem pedalar por até 90 minutos corridos sem custos adicionais.

 “O sistema de bicicletas públicas compartilhadas completa a nossa estratégia de transformar as bikes em um importante meio de transporte em Vitória, devido às curtas distâncias na cidade. Com a ampliação das ciclovias e ciclofaixas que fizemos na nossa gestão, Vitória tem tudo para se tornar a Amsterdã brasileira, a capital das bicicletas”, disse o prefeito Luciano Rezende.

Ao todo, 200 bicicletas estarão disponíveis a partir do dia 26 de junho em toda a cidade. Elas serão implantadas em Grande Vitória, Inhanguetá, Santo Antônio, Parque Moscoso, Centro, Bento Ferreira, Forte São João, Enseada do Suá, Praia do Canto, Jardim da Penha, Mata da Praia e Jardim Camburi. (Com informações da Comunicação da PMV).



terça-feira, 10 de maio de 2016

Haddad libera bike em ônibus de São Paulo fora do horário de pico

10/05/2016 - O Estado de SP / Folha de SP

SÃO PAULO - A gestão Fernando Haddad (PT) liberou bicicletas nos ônibus municipais fora dos horários de pico. A autorização foi publicada no Diário Oficial da Cidade de sábado, 7, e vale tanto para dias de semana como para sábados, domingos e feriados. Os períodos, porém, serão restritos para não atrapalhar o fluxo de passageiros.

De segunda a sexta, a regra vai valer em dois horários distintos: das 10h01 às 15h59 e das 19h01 às 5h59. Aos sábados, o transporte das bikes está liberado a partir das 14 horas e nos domingos e feriados, é livre. De acordo com a portaria assinada pelo secretário municipal de Transportes, Jilmar Tatto, o embarque só poderá ser feito em ônibus de 23 metros (os biarticulados) e pela porta traseira.

O pagamento da tarifa deverá ser efetuado após o usuário fixar e travar a bicicleta dentro do ônibus – a portaria estipula o máximo de uma bike por veículo. Os funcionários das viações não terão obrigação legal, segundo a regra, de ajudar no embarque e desembarque de passageiros portando bicicletas. Essas ações são consideradas de responsabilidade exclusiva do ciclista, que também deverá manter a bike próxima do corpo, a fim de evitar transtornos aos demais usuários ou mesmo atrapalhar a passagem deles.

Integração. A medida tem por objetivo, segundo Tatto, incentivar o uso de bicicletas como meio de transporte para as atividades do cotidiano, “contribuindo para o desenvolvimento da mobilidade sustentável”, e também integrar o uso da bicicleta ao sistema público de transporte – o Metrô já permite o embarque.

Para Horácio Augusto Figueira, consultor em engenharia de transporte de pessoas, a decisão de autorizar a entrada de bicicletas nos ônibus somente fora do pico foi acertada. “No horário de pico não tem espaço nem para todas as pessoas com suas mochilas, imagina para uma bicicleta. Além disso, ainda se gasta um tempo até o ciclista entrar e acomodar a bicicleta no ônibus”, diz.

O especialista elogiou a medida e ressaltou que ela representa mais um estímulo à integração de diferentes meios de transporte na capital. “Mesmo que sejam poucas pessoas utilizando essa opção, toda integração é boa, porque diminui o número de veículos motorizados na cidade.”

Folha de SP

Bicicletas poderão embarcar em ônibus biarticulados em São Paulo

A partir de novembro, passageiros com bicicleta poderão embarcar nos ônibus biarticulados municipais da cidade de São Paulo –desde que fora do horário de pico.

A portaria com a autorização foi publicada no último sábado (7) pelo secretário Jilmar Tatto (Transportes), com previsão para entrar em vigor dentro de 180 dias –4 de novembro.

Segundo o texto, divulgado pelo jornal "O Estado de S.Paulo", o embarque só será permitido pelas portas traseira ou central, das 10h01 às 15h59 e das 19h01 às 5h59 nos dias de semana. Aos sábados, a permissão será a partir das 14h e, aos domingos, em qualquer horário.

Apenas uma bicicleta será autorizada a permanecer em cada ônibus ao mesmo tempo. O passageiro terá que prender a bicicleta primeiro para depois pagar a passagem.

No Metrô, o acesso de bicicletas é permitido após as 20h30, nos dias de semana, aos sábados, a partir das 14h –aos domingos, o dia todo.